Caminhando
25.06.25, Mary
Se algum dia conseguir ser feliz na plenitude, vai ser estranho. Quero muito que esse dia chegue, finalmente sem amargura nem sombras nem gatilhos, inseguranças, tendências inconscientes. Suicídio como escape. Dor. Medo, sempre tão presente. Olhar em frente com esperança, sem temer o futuro. Quando entra areia na ostra, ela forma uma pérola. Portanto há muito trabalho interno a fazer, monstros a enfrentar... e talvez saia disto com a graciosidade duma pérola, no meu caso, negra.