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o lado negro da princesa

o lado negro da princesa

O lugar das estacas

Nunca fui de ficar. Nunca tive a necessidade de pertencer ou ter raízes, nunca procurei o meu lugar, nunca senti aquela coisa de... eu sou dali, ou eu venho dali.

Na aldeia, dizia que era da vila. Quando fui morar para a vila descobri uma identidade aldeã que até então desconhecia. E na vila já dizia que era da aldeia. 

Agora que moro noutro concelho, noutro distrito, á beirinha do Douro igual, numa aldeia pequenina mas muito falada por causa do comboio, também não me sinto de cá. Cum caraças.