Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

o lado negro da princesa

o lado negro da princesa

Thunder

tumblr_fec5e2f9e9bf16575782d4e84693cdc5_fc7a7f61_6

É impressão minha ou todo o Mundo anda a sofrer uma espécie de TPM coletiva?

Já não há paneleiros, nem pretos, gordos ou feios, a desgraça virou espetáculo e a mínima fuga ao correto, vem o exército de virgens ofendidas logo para cima.

Tudo é pretexto para maltratar, ofender, mandar abaixo com uma pinta do cara....

Não lutam por nada, exigem tudo.

Já não se pode dizer nada, distorcem e só vem a público o mau.

Deixei de ver noticiários. É surreal o destaque que dão ao que não tem importância.

A vida é lá fora; deixem-se de merdas e ajudem quem precisa, doem o que já não precisam, dediquem tempo a quem importa.

 

Cambada de coninhas páh.

Ao teu lado

transferir (9).jpg

As caixas de comentários da internet dão medo...

Dá que pensar que na realidade não conhecemos ninguém, que toda a gente se revela, que toda a gente tem o seu podre.

Negros. Gays. Mulheres. Pobres. Provincianos. Betos. 

Maldito caps lock que fazes eriçar a pele até a alma mais calma!

AQUELA FULANA QUE NÃO DEIXA VER AS MENINAS AO PAI!

AQUELE CANALHA QUE FEZ NÃO SEI O QUÊ!

Toca a ditar de sua justiça, quais justiceiros virtuais da moral e bons costumes, cada um com os seus.

Só gente maluca...

Resiste

5f094a1ecc11cb0ac3f744ee006c8052.jpg

Nenhuma mulher precisa de ser chamada de guerreira. Já o nasce.

Cada uma com os seus desafios, as suas lutas. A enfrentar ainda um mundo de homens, a lutar por igualdade e não por superioridade como muitos pensam.

Ao fim de um dia de trabalho, o cansaço feminino vale menos do que o de um colega homem?

Então porque teimam em nos pagar menos?

Em caso de algum incidente, aconteceu por sermos mulheres.

Em alguns serviços, somos atendidas como Neanderthais. Desde quando uma mulher não pode perceber de ferramentas?

A sociedade não muda, a luta não acaba.

Por nós e por todas as outras que não têm voz. Até conseguirmos um mundo igualitário sem discriminação de género.

Pág. 1/2